quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Palestra e lançamento do livro: "O Cristo Pantocrator"




O Museu de Arte Sacra de São Paulo convida para o lançamento do livro "O Cristo Pantocrator: Da origem às igrejas no Brasil, na obra de Cláudio Pastro", de Wilma Steagall De Tommaso.

Prefácio de Luiz Felipe Pondé
Apresentação de Padre Valeriano dos Santos Costa

Editora Paulus

No Brasil só os iniciados sabem o que é o Cristo Pantocrator, o tipo iconográfico mais propagado e um dos mais significativos para a fá cristã, aquele que apresenta Jesus Cristo como Mestre Soberano de todas as coisas.

Da mesma forma, raros são os que fazem distinção entre “arte sacra” e “arte religiosa”. Entre nós, é como se fosse tudo uma coisa só.

“O Cristo Pantocrator: Da origem às igrejas no Brasil na obra de Cláudio Pastro”, livro escrito pela pesquisadora Wilma Steagall De Tommaso, agora lançado pela Paulus, lança fortes luzes sobre essa questão.

Data: 28 de fevereiro de 2018 - (quarta-feira)
Horário: 18hs
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 - Metrô Tiradentes.
Estacionamento gratuito no local: Rua Jorge Miranda, 43

Atividade gratuita

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE PATRIMÔNIO EDIFICADO (RJ)



Cursos de Extensão

Professora 
Rita Cerqueira da Mota
Natural da cidade do Porto, Portugal
Especialista em Conservação e Restauro de Patrimônio Móvel e Imóvel
Entre outros trabalhos, a professora Rita participou no restauro do Palacete Villa Moraes, Ponte de Lima/Portugal (estuque decorativo e policromado); Solar dos Condes De Prime, Viseu/Portugal (pintura sobre madeira e papel, em tetos e paredes); Igreja Matriz de Vouzela, Retábulos-mor e laterais e sacristia (douramento, marmorizados e pintura decorativa sobre madeira), Salão Árabe do Palácio da Bolsa, Porto/Portugal; Auditório Principal da Casa da Música no Porto/ Portugal (execução dos painéis com douramento); Fábrica de Pão-de-Ló de Margaride, Felgueiras/Portugal (pintura decorativa e estuques); diversos trabalhos de reabilitação de interiores e fachadas da zona Histórica da Cidade do Porto/Portugal e levantamentos de patologias de vários edifícios.

Período
De 15 de março a 24 de maio de 2018
Março: 15, 22
Abril: 5, 12, 19, 26
Maio: 3, 10, 17, 24
Horário
Quintas-feiras, das 9h30 às 12h

Carga horária
30 horas/aula

Introdução 

Não se pode falar em conservação e restauro sem falar em conservação preventiva de bens culturais uma vez que esta é a primeira fase de abordagem de qualquer obra de arte. Assim sendo temos que pensar em todas as condições que agridem uma obra de arte, sejam elas físicas, climáticas, biológicas e por vezes químicas.

Plano curricular

1. Caracterização dos materiais constituintes das obras de arte
a. Materiais orgânicos
b. Materiais inorgânicos
c. Materiais pétreos
d. Argamassas
e. Estuques

2. Diagnóstico do estado de conservação da obra de arte
a. Lacunas
b. Estabilidade
c. Fissuras
d. Elementos em falta
3. Fatores de degradação do patrimônio arquitetônico
a. Fatores ambientais
b. Fatores biológicos
c. Fatores intrínsecos
d. Fatores humanos

4. Diagnóstico do estado de conservação
5. Planificação de uma intervenção

6. Princípios de intervenção em conservação e restauro
a. Princípio do respeito pelo original
b. Princípio da intervenção mínima
c. Princípio da compatibilidade de materiais
d. Princípio da reversibilidade

7. Identificação e caracterização de materiais comerciais e industriais usados em conservação e restauro de patrimônio edificado
8. Visitas de estudo a agendar


OUTROS TEMAS A SEREM ABORDADOS DURANTE O CURSO:
- História do Patrimônio Edificado
- Patologias dos Materiais
- Patologias na Construção
- História dos Estuques em Portugal e no Brasil
- Intervenção Mínima
- Compatibilidade e Reversibilidade dos Materiais
- Os Estuques Decorativos em Edifícios de Época
- Reabilitação Integrada

NOTA: De salientar que os alunos serão integrados e orientados de acordo com os seus conhecimentos, dado o fato de para uns ser uma iniciação e para outros, continuação, mas será considerada enriquecedora para todos a troca de conhecimentos e experiência promovendo a interdisciplinaridade.

Público-alvo
Arquitetos, engenheiros civis, técnicos de conservação e restauro, decoradores e interessados no tema.

Objetivos
- Sensibilizar para o tema, pois no Brasil, nomeadamente no Rio de Janeiro, estão a decorrer várias obras de reabilitação.
- Aumentar e consolidar o conhecimento geral

Investimento
R$ 315,00

Documentação solicitada (cópia)
- Identidade
- CPF
- comprovante de residência

OBS: As cópias da documentação deverão ser entregues na secretaria no momento da inscrição.

Inscrições

Inscrições abertas até 14 de março de 2018, quarta-feira.
Após preencher o formulário abaixo, clique no botão confirmar e escolha a forma de pagamento de R$ 315,00 referente ao valor do curso.
A Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro adota o sistema de pagamento online, o que garante eficiência e segurança. O pagamento poderá ser realizado com cartão de crédito, débito ou por boleto bancário.
A inscrição estará confirmada com o pagamento deste valor, que não será restituído em caso de desistência do curso por parte do aluno.

Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro
Rua D. Gerardo, 68 – Centro – Rio de Janeiro
Telefones: (21) 2206-8281 e 2206-8310
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Para visualizar o contrato de prestação de serviços educacionais de curso de extensão clique aqui.
Fonte: Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro

A PEDAGOGIA DA BELEZA - A IMPORTÂNCIA DAS ARTES DO BELO PARA A FORMAÇÃO HUMANA.



AULA: A PEDAGOGIA DA BELEZA - A IMPORTÂNCIA DAS ARTES DO BELO PARA A FORMAÇÃO HUMANA.
Professor Carlos Nougué.

É inegável a importância das Artes do Belo para a constituição de uma sã personalidade e para a formação da civilização. Vemos o Gênesis referir a invenção da arte da cítara e da flauta. Vemos as epopeias homéricas contribuir para a educação ético-política de gerações na Grécia antiga. Vemos a arte de Virgílio servir de alicerce para o Império Romano. Vemos os templos cristãos ser como “museus” de todas as artes em ordem à salvação das almas. Mas também vemos Platão, Aristóteles, Agostinho, Boécio, Tomás de Aquino estudá-las filosoficamente, com o que fundam uma ciência que se pode chamar poética e que se subordina à Lógica, à Política, à Teologia Sagrada.

O professor Carlos Nougué publicará um livro sobre o tema e tratará nesta aula os pormenores da publicação.

_____
INICIAREMOS PONTUALMENTE ÀS 19H00 COM A RÉCITA DO SANTO TERÇO.

ENDEREÇO: PARÓQUIA SANTA GENEROSA - SALÃO LATERAL
Entrada pela Rua Afonso de Freitas, 49 - Paraíso (dois minutos de distância da estação Paraíso das linhas azul e verde do metrô).

Fonte: Instituto Leão Magno - Página do Evento

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Curso Livre: O Museu como Instrumento de Preservação da Memória



O Museu de Arte Sacra de São Paulo promove um Curso Livre sobre o tema "O Museu como Instrumento de Preservação da Memória", com Beatriz Augusta Cruz

OBJETIVO
Apresentar a instituição museu, sua evolução aolongo dos séculos, e seus desafios no século XXI

EMENTA
A partir dos gabinetes de curiosidades, os museus acumularam ao longo do tempo um sem número de objetos da cultura material humana. Num primeiro momento este afã colecionista foi resultante direto da necessidade de compreender, estudar e aprender com os objetos das mais diversas culturas, novas espécies da fauna e da flora e novos mundos descobertos pelo ciclo das grandes navegações.

Passado este primeiro período, percebeu-se que não bastava acumular e decodificar. Era necessário conservar toda esta riqueza material sem esquecer, também, do conhecimento acumulado com estes estudos e transmiti-los às novas gerações.

A ação do museu como instituição de memória, mas também como produtor e difusor do conhecimento será a pauta dos encontros que se realizarão.

PROGRAMA

Temas abordados
- Memória, Patrimônio, Bem Cultural
- O que é Museu
- Museu e Outras Instituições de Memória
- Breve História da Evolução dos Museu
- O trabalho Museológico em suas diversas dimensões
- Conservação
- Documentação
- Pesquisa
- Exposição
- Educação
- O papel dos museus no século XXI

DOCENTE
Beatriz Augusta Cruz é museóloga com Especialização em Gestão Pública. Atualmente ocupa a direção técnica do Centro de Acervo Iconográfico e Cartográfico do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Atuou como Presidente do Conselho Regional de Museologia - 4ª Região na gestão 2003-2004.Trabalhou de 1986 a 2008 como museóloga na Secretaria de Estado da Cultura junto à Coordenadoria de Patrimônio Museológico Patrimônio Museológico.

Dias: 03/17/24 de março – 07/28 de abril – 05/19/26 de maio – 02/16/23/30 de junho de 2018 (sábados)
Horário: das 9h30 às 12h30
Carga horária: 36 horas
Valor: R$ 600,00 a vista (R$ 690,00 em 03 vezes).
Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627.5393 – Fátima
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metrô Tiradentes.
Estacionamento gratuito (ou alternativa de acesso): Rua Jorge Miranda, 43 - Sujeito à lotação

No final do curso o aluno receberá o certificado.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Túmulo de Miguel Ângelo Buonarroti

Após a sua morte, em 18 de fevereiro de 1564, inicialmente Michelangelo Buonarroti foi enterrado na Basílica Romana dos Santos Apóstolos (Santi apostoli). No entanto, três semanas mais tarde, já no mês de março, o seu sobrinho Leonardo, embora com permissão do papa e por ordem do Duque Cosme de Médici, transferiram em segredo os seus restos mortais até à Basílica da Santa Cruz de Florença, tal como era desejo do artista. 
No entanto, solenes funerais foram celebrados na igreja em sua memória, sendo homenageado por muitos florentinos. O gênio deixou um importantíssimo legado artístico, principalmente nas cidades de Roma e Florença. Passando para se tornar o "Artista mais completo" de todos os tempos.
O sepulcro de Michelangelo Buonarroti foi planejado pelo seu amigo, arquiteto e biógrafo Giorgio Vasari, que se encarregou de todo o projeto, além da piedade (pintada ao fresco) que colocou sobre o busto do artista. A execução da obra foi confiada a Giovanni Battista Lorenzi, grande escultor Florentino, que, além de esculpir o busto de Miguel Ângelo (realizado a partir de sua máscara funerária), se encarregou também da escultura da esquerda, que simboliza a pintura. 
A estátua central, que representa a escultura, foi realizada por Valerio Cioli, e a da direita, que simboliza a arquitetura, foi esculpida por Giovanni Dell ' Opera.
O conjunto do monumento em si de compõe de dois triângulos equiláteros dispostos sobre uma fachada clássica de ordem romana decorada com belíssimos frescos cheios de anjos que zelam pela alma do artista, e que se lembram enormemente dos frescos da Capela Sistina pintada por Miguelangelo.
texto de Reis Gonzalez






❤️❤️




sábado, 17 de fevereiro de 2018

A pintura cristã mais antiga da América prestada pelo Museu Auch em Nova York

Texto de Sabine Gignoux 

Esta pintura emplumada, feita em 1539 por índios astecas para monges franciscanas na Cidade do México, será exibida em 26 de fevereiro no Metropolitan.



Esta fabulosa obra de arte é a pintura cristã mais antiga da América preservada até hoje. Feita inteiramente em penas, representa o milagre da Missa de São Gregório em que Cristo, cercado pelos braços da Paixão, apareceu no altar diante de uma duvidosa assembléia do mistério Pascal. Uma inscrição no perímetro indica que a pintura foi feita " em 1539 no México, sob o pontificado de Paulo III pelos cuidados do irmão menor Pierre de Gand ", apenas vinte anos após a conquista do México pelo espanhol Hernan Cortes!

Um trabalho profundamente hipnotizador

Este trabalho profundamente hipnotizador, que une a iconografia asteca e as técnicas indianas de plumaria, com um assunto católico, testemunham os inícios da evangelização do México pelos franciscanos. Pertence ao museu dos jacobinos em Auch, que abriga a segunda coleção de arte francesa pré-colombiana, depois da do Museu Quai-Branly em Paris. Muito famoso nos Estados Unidos, onde é reproduzido em livros didáticos, esta pintura, de 56 cm de largura e 68 cm de altura, acaba de ser emprestada ao Museu Getty em Los Angeles para uma exposição sobre os " Reinos de Ouro: Luxo e Heritage in the Ancient Americas "para ser apresentado a partir de 26 de fevereiro no Metropolitan New York.

" Cortes tem reputação de ser um conquistador sanguinário. Na verdade, ele desconfiava da Inquisição cujos excessos ele havia visto em Cuba já em 1511 ", diz Fabien Ferrer-Joly, curador do museu de Auch . "Por seu tio, fundador de um convento franciscano na Extremadura, ele estava muito perto dessa ordem e pediu a Carlos V para enviar monges franciscanos para o México. O último se estabeleceu como protetor dos índios contra os conquistadores que os reduziram à escravidão ... "O Papa Paulo III os apoiou publicando em 1537 o Bull Sublimis Deus, proibindo essa escravidão. " Realizado apenas dois anos depois deste Touro, a Missa de São Gregório provavelmente foi feita para ser enviada a Romaem agradecimento "Continua Fabien Ferrer-Joly.
A caneta, mais preciosa do que o ouro para os astecas

O Irmão Pierre de Ghent, mencionado na pintura, fundou no México em 1529 uma escola de arte que integra os plumassiers astecas. " Os franciscanos rapidamente entenderam que evangelizar os índios, eles tinham que confiar em suas tradições e seu simbolismo. Daí a escolha de uma obra de araras emplumadas e cotingas, um material mais precioso do que o ouro na cultura asteca, reservado aos deuses, aos grandes governantes e a alguns guerreiros " ,observa o conservador.

O próprio layout dos braços da Paixão retoma o dos códices astecas e os motivos que adornam o antependium do altar são tipicamente indianos. Preocupados com a inculturação, os franciscanos e os dominicanos optaram por evangelizar os índios em língua vernácula. " Da mesma forma, eles construíram igrejas muito pequenas, com uma loggia na frente da qual o sacerdote oficiou diante de uma assembléia ao ar livre onde os índios estavam dançando. Havia uma verdadeira utopia franciscana para criar lá, um novo cristianismo, livre da corrupção das sociedades ocidentais "Recupera Fabien Ferrer-Joly, sem, no entanto, esconder o terrível choque e devastação da Conquista com as populações indígenas. Decimados pelas epidemias, passaram em um século de 20 milhões de habitantes para apenas 1 milhão.

Como a Missa de São Gregório, criada no México, chegou a Auch? Ela foi interceptada por corsários durante a viagem a Roma? Nós não sabemos. Foi um negociante de antiguidades que o redescobriu na França em uma venda de cesto em 1985. Desejando vendê-lo nos Estados Unidos, ele pediu um certificado de exportação do Ministério da Cultura, subestimando o preço do em 70 mil francos (€ 11,000). Isso permitiu que o ministério o bloqueasse e o museu de Auch para adquiri-lo para completar sua coleção de arte americana, agora rica em 40 mil objetos.

Fonte: La Croix

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Museu do Bonfim ganhará novo formato após revitalização (BA)

Texto de Roberto aguiar

Museu será reinaugurado no dia 17 de fevereiro Luciano da Matta | Ag. A TARDE

A Basílica Santuário Senhor do Bonfim é o símbolo maior da comunidade católica baiana. Teve sua construção iniciada em 1746 e foi concluída 26 anos depois. A igreja, guarda em seu interior, obras que ajudam a contar a história da Bahia e revelam a força da fé do povo baiano.

Há mais de três décadas foi aberto o Museu do Bonfim, para dividir com os fiéis parte do acervo e da história do santuário da Sagrada Colina. Ele é único museu de ex-votos a constar no anuário do Ministério da Cultura e está passando por um processo de revitalização. Em um novo formato, vai reunir a Sala dos Milagres, Ex-votos, arte sacra e paramentos litúrgicos. Além disso, a partir de agora o visitante terá acesso à torre da igreja, o local mais alto da Península de Itapagipe, com direito a uma visão de 360° de Salvador.

O público terá acesso ao novo museu a partir da próxima sexta-feira (dia 16), data da reinauguração. Mas A TARDE visitou em primeira mão o novo espaço e conta aqui as novidades.

De acordo com Francisco Pitanga, juiz da Devoção do Senhor do Bonfim, o objetivo é que o museu tenha um caráter social. "Não basta cuidar da igreja e de seu conjunto arquitetônico de maneira estática. Queremos que as pessoas tenham uma vivência histórica dentro de uma casa que tem mais de dois séculos de existência. A qualificação vai fazer do museu um orgulho da Bahia. Nossa sala principal de visitação", afirma Pitanga.

Acervo

O acervo do museu reúne mais de 200 anos de história através de artes: ex-votos; esculturas; objetos em ferro, ouro, prata, bronze, madeira e parafina. Um dos destaques são as pinturas produzidas entre os anos 1836 e 1837 por José Teófilo de Jesus, que fez parte da primeira Escola Baiana de Pinturas. Também chama atenção um órgão centenário de fabricação francesa doado à Igreja em 1854 por Feliciana Maria de Britto Lopes Alves.

Todas as obras estarão expostos em um trajeto construído pela museóloga e professora da Ufba, Genilvada Coutinho, responsável pelo projeto de revitalização.

"Ano passado fizemos uma primeira requalificação. Agora estamos adequando o espaço realmente aos parâmetros de um museu, que não terá apenas a função de guardar e preservar os objetos, como em seu início. Teremos um trajeto elaborado para que os visitantes possam transitar e observar tranquilamente as obras", explica a museóloga.

O percurso começa na Sala dos Milagres e segue pelas salas das artes sacras e dos paramentos litúrgicos. A sequência final reserva uma grande emoção. O visitante ficará de frente com a imagem do Senhor do Bonfim.

A última etapa é a visita à torre, que antes era vetada ao público. Mas a subida exige fé e preparo físico. São 55 degraus que levam à bela vista da península itapagipana. Para dar ânimo aos visitantes, durante o percurso serão oferecidas leituras de fé. Mas a museóloga Genivalda Coutinho faz mistério sobre essa última etapa.

Visitação
O museu funcionará de terça-feira a domingo, das 8h às 17h. A entrada custará R$ 5. Os visitantes serão acompanhados por estagiários do curso de Museologia.

Uma das novidades é a abertura da torre da Igreja para visitação (Luciano da Matta | Ag. A TARDE)

*Sob a supervisão da editora Márcia Moreira

Fonte: Jornal A TARDE
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