sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Exposição: "Devoção"



Mãe e filha, artistas do Vale do Paraíba vão expor suas peças, na primeira mostra do espaço de arte da Catioca em Jacareí - SP

Fonte: Ludmila Saharov

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

A beleza acelera nosso amor.

Por Ir. Joseph Martin Hagan, OP 

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A beleza acelera nosso amor. Agita o coração para se fazer feliz. E adora o sacrifício uma vez que pensou insuportável. Apenas pergunte aos pais de uma criança pequena se um sorriso ilumina o cansaço do turno da meia-noite?

Mas quando a beleza falha, o que vai nos fazer amar? Se estamos sofrendo uma doença, enxergando nossas falhas, encontramo-nos na solidão, ou mesmo vendo um ente querido sofrer, a hora escura exige de nós um maior amor. No entanto, tal escuridão rouba a beleza que nos impulsiona. Em tempos feios, o amor é possível?

A feiura do mundo atingiu seu ápice no Calvário. Lá Jesus assumiu todos os nossos pecados e toda a nossa escuridão. O mal dos homens eclipsou a glória de Cristo. Para o olho mortal, a beleza de Cristo desapareceu. "Ele não tinha nenhuma forma ou beleza que devêssemos olhar para ele, e nenhuma beleza que desejássemos vê-la" (53: 2). E vinte séculos não ajudaram a nossa visão de Cristo Crucificado. Para a maioria, um crucifixo é comum ou bruto. Respondemos com desrespeito ou culpa.

Mas o amor não falhou no Calvário, nem a beleza. Como Ele redimiu o mundo, Jesus também nos ofereceu um presente inesperado. Naquela hora escura, Jesus nos deu algo bonito. Ele nos deu alguém bonito. Ele nos confiou a Maria: "Eis a tua mãe". Em meio a sua agonia interior, Nossa Senhora das Dores se tornou nossa mãe. À sombra da Cruz, ela estava radiante. E até hoje, sua beleza agita o coração do pecador.

Nossos ótimos artistas tentaram retratar essa beleza. Em sua obra-prima, o Pietá , Michelangelo esculpiu uma imagem cativante de Nossa Senhora das Dores. Seu rosto é quente, macio e jovem. Ela traz uma expressão de tristeza impulsionada pela esperança.



Na sua Lamentação sobre o Cristo morto, Fra Angelico pintou Nossa Senhora contemplando o rosto de seu Filho. Seu olhar amoroso irradia seu eterno amor e adoração.



A beleza de Maria manifesta seu amor, um amor que só cresceu no Calvário. Seu amor nos faz pecadores ao amor infinito e salvador de Jesus, assim como a lua declara que o sol escondido ainda resplandece. O mundo vê Cristo Crucificado como uma causa de desrespeito ou culpa, mas Maria nos ensina a ver mais fundo, a ver Sua beleza. Ela nos acena: "Venha aqui, meu filho. Veja Aquele que te amou até o fim. Meu Filho perdoa e cura você. Ele o chama de amigo. Veja a Sua beleza e ame-o. Ele estará com você, mesmo na hora mais escura. Não tenha medo de segui-lo.

Ao contrário da beleza terrena, a beleza de Jesus e Maria nunca nos falha. Quando nosso caminho leva ao Calvário, sua beleza acelera nosso amor. Levando a cruz, vamos cantar com o salmista:


Ao atravessarem o Vale amargo,
eles fazem dele um lugar de nascentes.
A chuva do outono cobre com bênçãos.
Eles caminham com força cada vez maior,
verão o deus dos deuses em Sião. (Salmo 84: 7-8)



Imagem: Pe. Lawrence Lew, OP, Nossa Senhora das Dores (Usado com permissão)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Chamada para o Programa de Capacitação Continuada em Gestão de Restauro



Chamada para o Programa de Capacitação Continuada em Gestão de Restauro, desenvolvido pelo CECI, com a aprovação do Pleno do Departamento de Arquitetura e Urbanismo e do Conselho do Departamental do Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Veja em www.ceci-br.org

Fonte: Prof. Jorge Tinoco

Colorimetria para Conservação e Restauração em Bens Móveis e Imóveis


O Museu de Arte Sacra de São Paulo promove curso básico em Colorimetria para Conservação e Restauração em Bens Móveis e Imóveis

DOCENTE

Profª Esp. Marcia Cristina de Almeida Corso (Titina Corso) - licenciada em pedagogia e artes plásticas com poética híbrida, tem na sua formação artística a escola clássica de pintura e escultura. É pedagoga especialista em pesquisa educacional pela arte em conceito patrimonial na linha transdisciplinar atuando também como professora de conservação e restauração de bens móveis e imóveis.

Traz em sua bagagem premiações no cenário nacional e internacional. Possui algumas de suas obras em acervos museológicos importantes, a exemplo do Museu Nacional de Brasília, Museu do Vaticano, Museu Maria Fontinha, Université de Poitiers, Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos e Bienais Nacionais

A COR: sensação provocada pela luz que reflete nos objetos em seus aspectos colorimétricos e matéria através dos nossos olhos, é um dos elementos mais significativos e importantes nas artes plásticas na construção da volumetria dos objetos, se apresentando numa infinidade de variedades em seus aspectos e espectros.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Compreender a cor em sua amplitude física e artística.
• Relacionar a cor com o contexto artístico do período relacionado.
• Elaborar pranchas de estudo de cores.
• Desenvolver pranchas com intervenções em elemento neutro, trattegio e pontilhismo, bem como reintegração cromática, por meio da utilização das diferentes técnicas, procedimentos e elementos formais da linguagem colorimétrica.

1ª etapa
• Estudo dos espectros colorimétricos na construção de círculos cromáticos com o auxílio de pantones, círculos cromáticos impressos e folhas gráficas impressas.
• Identificação de palhetas básicas opacas e transparentes, composição de veladuras e sombras coloridas.
• Exercícios: construção de planilhas colorimétricas e lacunas de reintegração.
• Verificação na diversidade de materiais para reintegração cromática;
• Definição de técnica a ser utilizada na reintegração. (pontilhismo, trattegio ou elemento neutro);
• Representar, em folha de papel sulfite A4 e cartão, por meio de colagem e pintura, as intervenções a serem realizadas.

2ª etapa
Os alunos farão execução de um projeto de intervenção numa obra preparada para essa finalidade.
O aluno deverá trazer: 1 pincel roliço 3/0 sintético ou marta; 1 pincel roliço 0 sintético ou de marta; 1 pincel chato nro 6 ponei ou marta; 1 kit de guache (pode variar a marca e pode ser em kit pronto) com as cores: amarelo cádmio médio, azul ultramar, vermelho cádmio, branco, preto, azul da prússia, carmim e amarelo indiano.

Período: 4/11/18 de outubro e 1/8/22/29 de novembro e 6 dezembro de 2017
Horário – das 18h30 às 20h30
Carga horária: 16hs
Valor: R$ 500,00 a vista – R$ 550,00 (duas vezes)
Vagas limitadas
Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627.5393
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metrô Tiradentes.
Estacionamento gratuito (ou alternativa de acesso): Rua Jorge Miranda, 43
No final do curso o aluno receberá o certificado.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Pontificio Istituto Ambrosiano di Musica Sacra



PIAMS






O que é?

O Instituto Pontifício Ambrosiano de Música Sacra (PIAMS) é um centro de estudos acadêmicos com finalidades científicas, didáticas e pastorais na órbita litúrgico-musical, que da particular atenção ao rito e ao canto ambrosianos.
O Instituto, criado em 1931 pelo beato cardeal A.I. Schuster, arcebispo de Milão, e erigido canonicamente pela Santa Sede em 1940, se configura atualmente - em modo análogo ao Instituto Pontifício de Música Sacra de Roma, com o qual está associado - como Instituto "ad instar facultatis" e está habilitado a outorgar licenciaturas com valor acadêmico.
Através da produção científica e da docência das assinaturas litúrgico-musicais, o PIAMS quer promover o conhecimento, o crescimento e a difusão da liturgia e da música sacra, e a formação de músicos eclesiásticos e de futuros professores e responsáveis na órbita litúrgico-musical.


«Temos entrado em um novo milênio, e a Igreja está totalmente comprometida na obra de uma nova evangelização. Que não falte vossa contribuição nesta vasta ação missionária. A cada um de vós se pede um estudo acadêmico rigoroso e uma atenção constante com a liturgia e a pastoral. A vós, professores  e alunos, se pede que valorizem ao máximo vossos dons artísticos, conservando e promovendo o estudo e a prática da música e do canto em todos os âmbitos e com os instrumentos que o concílio Vaticano II indicou como privilegiados ».

(João Paulo II, Discurso no Instituto Pontíficio de Música Sacra)
Roma, 19 de janeiro de 2001




«A aplicação das orientações do Concílio Vaticano II sobre a renovação da música sacra e do canto litúrgico - em particular os coros, nas capelas musicais e nas Scholas cantorum - exige hoje uma sólida formação dos pastores e dos fiéis no âmbito cultural, espiritual, litúrgico e musical. Requer também uma reflexão profunda para definir os critérios de constituição e difusão de um repertório de qualidade, que permita a expressão musical servir de maneira adequada a seu último fim, que é "à gloria de Deus e a santificação dos fiéis"».

(João Paulo II, Discurso aos participantes do Congresso de Música sacra)
Roma, 27 de janeiro de 2001




«Eu quisera que esta celebração fosse o começo de um novo caminho também para nós. Um caminho que veja em primeiro lugar a liturgia ambrosiana, não só fielmente celebrada, mas também compreendida e vivida em sua espiritualidade e nos seus símbolos, transmitida com fidelidade a novas gerações e ao mesmo tempo renovada com criatividade, para que expresse a vivacidade de nossa Igreja particular na sinfonia de todas as formas litúrgicas da Igreja universal.».

(C.M. Martini, homília durante a celebração eucarística no rito ambrosiano)
Roma, 4 de novembro de 2001

Endereço: 

Corso Garibaldi, 116
I - 20121 MILANO
Tel: +39 02.89406400
Fax: +39 02.89406400


***

Inscrições para o Ano acadêmico 2017/2018

No site se pode consultar os cursos disponíveis e efetuar a inscrição.
Inscrições até dia 30 de setembro.

Para informações contate a Secretaria:
(+39 0289406400 - email: segreteria@unipiams.org).

Fonte: PIAMS

domingo, 17 de setembro de 2017

300 Anos de Devoção Popular


Duração:
21 setembro 2017 - 19 novembro 2017

MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO PROMOVE EXPOSIÇÕES EM HOMENAGEM AOS 300 ANOS DE DEVOÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA

"300 Anos de Devoção Popular" conta, por meio de esculturas, ex-votos e uma linha do tempo, a história dos 3 séculos que se passaram desde a descoberta da imagem de Nossa Senhora Aparecida

O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, exibe "300 Anos de Devoção Popular", em parceria com o Museu Nossa Senhora Aparecida – Santuário Nacional de Aparecida e curadoria de Cesar Augusto Bustamante Maia e Fabio Magalhães. Composta por 137 obras - esculturas, ex-votos e objetos em diversos suportes -, a mostra homenageia os três séculos de devoção à Nossa Senhora Aparecida.

A cada ano, milhões de peregrinos caminham rumo ao Santuário Nacional de Aparecida. Recorrem à padroeira do Brasil para lhe falarem de suas angústias, aflições, ou para expressar suas alegrias, esperanças e agradecimentos por graças alcançadas. "A mãe de Jesus, a Senhora da Conceição Aparecida, continua a ser o 'grande sinal', colocado por Deus no céu e na terra para o consolo dos seus filhos e para a certeza de que o mal não terá a última palavra sobre a vida dos homens e sua história", comenta o Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo.

A mostra "300 Anos de Devoção Popular" traz como destaques duas esculturas da santa – uma com manto e outra sem - feitas por Francisco Ferreira – Chico Santeiro, o primeiro escultor a produzir uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, além de 10 ex-votos que são mantidos na Sala das Promessas, no Santuário. Uma linha do tempo conta toda a história desde 1717, quando a imagem foi encontrada, passando pela primeira capela no Porto Itaguaçu (1740), a doação da coroa de ouro pela Princesa Isabel (1884), a proclamação de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil (1931), o início da construção da Basílica Nova (1955), até o jubileu de 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora, que é comemorado neste ano de 2017, entre outros acontecimentos no decorrer do tempo.

Nas palavras de José Carlos Marçal de Barros, Diretor Executivo do MAS/SP: "Com a colaboração, imprescindível, do Museu de Nossa Senhora Aparecida, o Museu de Arte Sacra de São Paulo apresenta uma mostra, de pouco mais de uma centenas delas que simbolizam a força da fé de nossa população naquela que, ao longo de 300 anos, conforta a alma deste povo devoto".


Sobre a descoberta da imagem de Nossa Senhora Aparecida

Em outubro de 1717, três humildes pescadores receberam a incumbência de buscar peixes para o Conde de Assumar, governador da capitania de São Paulo e das Minas Gerais. Depois de tanto navegar e sem êxito na pescaria, os três trabalhadores do povoado do Itaguaçu lançaram pela última vez as suas redes, quando notaram que uma delas pesava - para surpresa dos pescadores, surgia do fundo do rio um corpo de imagem, o qual foi recolhido com respeito e veneração. Em outro lançamento da rede, pescaram a cabeça. Corpo e cabeça da imagem da Imaculada Conceição, devotamente chamada Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Após o encontro da imagem, as redes se encheram de peixes e, com este milagre, se dá início aos 300 anos de devoção à Santa padroeira do Brasil. Nas palavras de Cesar Augusto Bustamante Maia: "Surgida das águas, símbolo do Batismo cristão, abraçou o Brasil de norte a sul, congregando milhões de devotos que peregrinam em busca de colo materno: consolo, graça, milagre e gratidão".

Exposição: “300 Anos de Devoção”
Curadoria: Cesar Augusto Bustamante Maia e Fabio Magalhães
Abertura: 21 de setembro de 2017, quinta-feira, às 11h
Período: 22 de setembro a 19 de novembro de 2017
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)
Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas
Horário: de terça-feira a domingo, das 9 às 17h (bilheteria das 9 às 16h30)
Ingresso: R$ 6,00 (estudantes e idosos pagam meia); grátis aos sábados
Técnicas: Diversas
Número de obras: 137

Fonte:
Museu de Arte Sacra de São Paulo

sábado, 16 de setembro de 2017

11ª Primavera dos Museus celebra os 40 anos do Museu de Arte Sacra de Pernambuco


Postado por Anna Beatriz

A Arquidiocese de Olinda e Recife e o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) promovem em parceria com a Fundarpe, a 11ª Primavera dos Museus, programação que marca os 40 anos do Maspe e oferece mesa redonda, oficinas e exposição, de 19 a 24/09, na sede do museu, no Alto da Sé, em Olinda. As atividades incluem: mesa redonda 40 anos Maspe (20/09, 19h), exposição de pinturas Olinda Judaica (de 19 a 24/09), oficina de pinturas naïf para crianças a partir de 07 anos de idade (22/09, 14h), oficina de relaxamento (23/09, 09h) e oficina de Literatura de Cordel (23/09, 14h).

De acordo com o diretor do museu, padre Rinaldo Pereira, as atividades são abertas ao público em geral e também se dirigem aos especialistas em arte sacra, restauração e conservação do patrimônio histórico. A mesa redonda, intitulada 40 anos de Maspe, traz como palestrantes os professores Jorge Tinoco, José Luiz da Mota Menezes e Irineu Marinho, antigo gestor do museu.

No período de 19 a 24/09 (à tarde), o público poderá conferir nos jardins do Maspe a exposição de pinturas estilo naïf, do artista plástico Onildo Moreno, intitulada Olinda Judaica. O mesmo artista plástico será o facilitador da oficina de pinturas naïf para crianças a partir de 07 anos de idade (22/09, 14h). No dia 23/09 (a partir das 14h), acontecerá o lançamento do Cordel 40 anos de Maspe e a oficina de Literatura de Cordel, facilitada pelo Esperantivo e projeto Versalizando Imagens. No turno da manhã, às 9h, acontece a oficina de relaxamento, com o facilitador Gustavo Cauás.

As inscrições são gratuitas. O Maspe localiza-se na rua Bispo Coutinho, 276, Alto da Sé, Olinda. Informações: 3184-3154.

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